O CDS-PP Esposende congratula-se com a Câmara Municipal de Esposende pelo anúncio das obras de saneamento básico em Belinho, Mar e Apúlia

Obras essas há́ muito esperadas pelos habitantes destas localidades e que este Executivo fez questão de só́ agora achar importante realizar, no cumprimento das suas promessas a escassos meses das eleições autárquicas. Espera o CDS-PP que estas obras não tenham o mesmo desfecho do saneamento em Marinhas, que ainda hoje estão por terminar quase quatro anos depois de iniciadas.

O CDS-PP de Esposende foi recentemente acusado pelo PSD de “aparecer agora”! ”Pois bem, temo-lo feito na Assembleia Municipal, e se o fizemos agora é porque nunca quisemos que o Sr. Presidente, Benjamim Pereira, se sentisse pressionado a desenvolver o seu trabalho, para não se vitimizar, porque há́ quem o tenha feito e também não tenha gostado, nada. Aliás, basta estarmos atentos às notícias do município e logo percebemos que a ação do executivo liderado por Benjamim Pereira, só́ despertam para a vida apenas quando se aproximas as eleições autárquicas.” lê-se no comunicado.

E afirma que; ”A única certeza é que para o PSD de Esposende o ano de 2021 (tal como foi 2017) é tempo ideal para se lançar uma espécie de “caos”, com obras e obrinhas por todo o concelho, melhorias e benfeitorias, muitas ideias e estudos, projetos de projetos, apoios institucionais e sociais, que quase nos apetece dizer que Benjamim Pereira é um presidente aos arranques e para as freguesias funciona como um relógio de cuco, aparece e desaparece de quatro em quatro anos.”

O CDS diz também que ”Quando o Sr. Presidente da Câmara diz que o CDS despertou de um sono profundo pode estar descansado que CDS-PP nunca se recusará a debater em eleições, com as pessoas e com os candidatos, sobre os principais assuntos que verdadeiramente dizem respeito à população do concelho, e muito menos fará uma gestão utilizado o dinheiro público como barómetro eleitoral, poupando durante três anos, esmifrar, até amealhar 9 milhões de euros numa conta bancária, para no ano de eleições fazer uma dádiva ao povo, como se fosse um “baquete presidencial” à custa dos impostos dos munícipes.”

Termina dizendo que: ”Nós já́ percebemos que o ideal era que não existissem eleições sequer, nem assembleias municipais, nem oposição, nem nada que possibilite dar eco a uma voz discordante que cometa o pecado mortal de não se identificar com os caminhos do Sr. Presidente da Câmara, porque esclarecer os Esposendenses é esperar pelo boletim mensal do município, acompanhar o site da Câmara e ler o facebook do seu Presidente.”

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