O país pode regressar ao confinamento já na próxima semana e durante pelo menos 15 dias.

Essa é a indicação que o Governo está a transmitir aos partidos políticos e aos parceiros sociais, em dois encontros a decorrer em simultâneo esta tarde, sendo que este prazo de 15 dias pode ser prolongado.

A única diferença em relação ao confinamento de março é que as escolas não fecham.

CONFINAMENTO SEMELHANTE AO DA PRIMAVERA

O ministro da Economia confirma que o Governo está a ponderar “a necessidade de ter medidas mais restritivas da mobilidade da população para travar o ritmo de crescimento de contágios”.

Pedro Siza Vieira diz que o quadro deste novo confinamento será semelhante ao que aconteceu em março, abril e maio, ou seja, manter aberta a indústria, construção civil e retalho alimentar e fechar todo o comércio não alimentar.

Os restaurantes poderão funcionar apenas em regime de take away e entrega ao domicílio.

“A simples manutenção das medidas em vigor” não será suficiente para travar o ritmo de novos casos, defende o ministro.

O ministro deixou ainda uma garantia aos parceiros sociais: os apoios serão reforçados. Assim, o lay-off simplificado será imediatamente acessível e mantêm-se os apoios a fundo perdido existentes. Além disso, será reforçado o apoio a trabalhadores independentes e aos sócios-gerentes.

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