Tito Evangelista lembra que logo no início do presente mandato fez uma intervenção nesta
Assembleia sobre a necessidade de desassorear o Rio Cávado, e de construir uma Barra, com uma obra análoga àquela que foi feita há poucos anos na Foz do rio Douro, com as devidas adequações ao local.

”O distrito de Braga, apesar de ser um distrito litoral graças a Esposende, nunca soube reivindicar o arranjo da barra do Cávado, nem o desassoreamento e a navegação do rio, como nunca os municípios do Vale do Cávado perceberam a importância da navegabilidade do rio.”

”Em Esposende fizeram-se, e fazem-se, casas em cima das dunas primárias, como se fizeram sobre as dunas: hotéis, bares, restaurantes, torres de apartamentos, ruas, parques de estacionamento, ciclovias e passadiços, fazem-se obras protetoras dessas aberrações nas dunas e no mar, mas nem se fazem obras na barra, nem no rio, com hipócritas justificações ambientalistas.”
Haja vergonha!

(Na integra na edição impressa do próximo sábado)

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