Quarta-feira, 17 Abril 2024

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ALEX CORRETJA – Um grande “desconhecido” do ténis”

Ilídio Torres – Membro do Comité Olímpico Nacional

Durante muito tempo, o ténis foi uma modalidade um pouco arredada de uma massa desportiva mais generalista. Oriundo e privilégio de uma espécie de aristocracia – natural, felizmente, foi conquistando a apreciação redundante não só ao nível da assistência como até de uma democratização na prática – por todo o lado, surgem escolas de ténis abertas à população e não esquecer a divulgação mediática da imagem que muito contribuiu para a popularização da modalidade.

Aqui muito chegado a nós, no reino de “nuestros hermanos”, oportunidade para conhecer um atleta, um tenista que alcançou um patamar muito considerável do Ténis Mundial – falámos de Alex Corretja que deu nas vistas nos Grand Slam’s e torneios ATP, um protagonismo que foi surgindo ao longo dos seus quinze anos de prática e chegando a estar nos três primeiros do topo mundial.

Com o desenvolver da sua carreira atlética, dos louros e da imensa satisfação quando o êxito lhe bate à porta Alex não poderia ficar alheio à sua ambição, melhor, o natural desejo de pisar o “court olímpico” e viver o espírito da mais alta cotação da expressão desportiva.

Assim aconteceu e até com os olhos postos na possível medalha que uma subida ao pódio poderá oferecer. Viu os seus desejos cumpridos! Participou nos Jogos Olímpicos de Verão de Sydney de 2000 e fez parceria com o seu colega e amigo Albert Costa – conquistaram o bronze na especialidade de pares.

Uma das mais salientes demonstrações do seu perfil humano reside na sua bem-aventurada confissão onde distingue a experiência olímpica como verdadeiramente única, dado o número de países e atletas participantes numa edição bem como as várias modalidades praticadas. Na verdade, uma experiência inesquecível, um privilégio de poucos e acima de tudo subir ao pódio, receber uma medalha e escutar o hino do seu país se tal acontecer.

Foi enorme a experiência atlética de Alex que assentou profundamente nos anos em que disputou a Taça Davis, mais propriamente de 1996 até 2003, uma competição que ele considera a mais chegada à honra olímpica pelo menos no âmbito do ténis.

Uma vida inteira dedicada ao ténis tanto na qualidade de atleta como treinador tendo provocado a atenção geral ainda era júnior e enveredado na modalidade como profissional aos dezassete anos de idade – a sua primeira grande vitória aconteceu logo decorridos três anos.

De 2015 em diante assumiu as funções de entrevistador na Eurosport.

Nasceu em Barcelona em Abril de 1974.

Afinal, de onde surgiu ou de onde veio o ténis?

Como uma grande maioria de outras modalidades teve origem noutro jogo e a história leva-nos até 1870, ano em que já se praticava na Europa um jogo francês com o nome de Jogo da Palma (Jeu de Paume), praticado com as mãos livres que arremessavam uma bola de tecido contra uma parede.

Evoluiu e foi na Inglaterra que haveria de ser adoptado com a habilidade de usar raquetas e delimitar espaços próprios, os campos de ténis, país onde conquistou a simpatia do público em geral e até provocou o aparecimento de clubes em zonas da população bem distintas, privilégio de uma franja economicamente favorecidas, a tal aristocracia.

Este desenvolvimento ou esta evolução provocou o sucessivo nascimento de clubes, a criação de regras de jogo e o aparecimento de instituições hierárquicas, caso das entidades nacionais e internacionais que provocaram a organização de provas de renome, ainda hoje bem vivas. Assim seria a partir de 1877 que aconteceu a primeira competição de ténis, caso do Wimbledon e do Grand Slam.

Outros países seguiram o exemplo e o US OPEN surgiu em 1881, o Roland Garros em 1891 e o Australian Open em 1905. A Taça Davis estreou-se em 1900.

O ténis ia conquistando mundo!

Esteve presente na primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna de 1896, em Atenas. Infelizmente a partir de 1928 saiu da programação olímpica e reapareceu sessenta anos depois, em 1988, um interregno ainda não compreendido.

A mulher deu início à sua participação olímpica em 1900, em Paris, cabendo a honra a Charlotte Cooper de ser a primeira tenista feminina a conquistar uma medalha olímpica.

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