"Os Portugueses estão à altura da sua História."

“Os Portugueses estão à altura da sua História.”

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“O Mundo humano, rendeu se à evidência da sua pequenez. Um pequeno microscópico vírus, demonstrou entre muitas coisas que o Planeta Terra, está vivo, mas precisa que cuidem melhor dele.Vale a pena parar, para pensar.Esta é a nossa casa, o nosso lar comum.A descarbonização, as energias renováveis, nao poluentes, o paradigma da mobilidade, a era digital, as smart cities, entre outras ideias, são um bom princípio.
Portugal como o resto do mundo, está a passar por sérias dificuldades, infelizmente, mais que muitos outros, mas por culpa própria, houveram tempos que nao souberam governar, nem deixaram que outros, o fizessem.Os avisos foram muitos, os alertas eram sistemáticos, porém o importante, era o poder pelo poder, o amiguismo, o compadrio, la famiglia e sobretudo, o vício da subsídio-dependência e quando assim nao era, a desculpa de sempre, “a culpa ser sempre, dos outros”.Foi assim que o socialismo, acabou na maior parte do mundo, precisamente quando acabou, o dinheiro dos outros.
O que esta pandemia veio mostrar, é que nós portugueses, somos um povo resiliente, forte, dinâmico que reage a um estimulo, quando este coloca em causa, a nossa existência, como povo secular.A solidariedade, a disponibilidade de uma sociedade se unir, para salvar os seus concidadãos, principalmente os mais frágeis e débeis, substituindo se a quem tem obrigação de o fazer e falha redondamente, neste caso, os políticos governantes.Veio demonstrar que empresários, gestores, comerciantes, agricultores, pescadores, trabalhadores e muitos outros que definem o nosso tecido empresarial, em todos os sectores da sociedade, com estímulos certos (rumo, visao de futuro, a longo prazo), tem capacidade para a superação, para a mutação, ou seja, tem a capacidade de se reinventar, e reorientar.Portugal pode com naturalidade, suprimir muitas das suas falhas dentro de portas, melhor dizendo, mesmo em tempo de globalização, diminuir em muito, a dependência externa, em muitas áreas, basta direccionar, com políticas activas, assertivas, delineadas no tempo e com políticos que pensem a Nação, a médio e longo prazo(não a pensar, na eleição seguinte).
Esta crise sanitária e económica, veio em certa medida, alterar a ordem mundial, mas sobretudo alterar a gênese da globalização. Temos hoje quer queiramos ou não, mais “EU” (País, Continente) que “NÓS”. A circulação entre os povos e o mundo, entrou numa nova fase.Muitas formas de emprego vao sucumbir, outras irão nascer, a era digital no emprego, o tele trabalho, as tele conferências empresariais, são exemplos reais.Nada vai ficar igual, a antes.
É neste contexto, que Portugal necessita de uma reflexão, e quem sabe uma inflexão profunda, da forma de se situar no mundo, mas essencialmente, na Europa.
A história de Portugal, desde que o Pais se tornou uma democracia, evidencia -ad factum- que politicamente, somente um partido em Portugal, tem na sua gênese e modo operandi, o ímpeto reformista, o Partido Social Democrata.
Cabe a este partido, a responsabilidade de preparar-se para criar essa rutura que tanto a sociedade, anseia e necessita.
Esperam se tempos de agrura, dor, insatisfação e tempos difíceis, neste futuro próximo. Mas também, será o tempo da janela de oportunidade, para um Portugal, próspero, moderno e europeu.
Nesta altura com pragmatismo, é tempo de salvar vidas, chorar e enterrar os mortos, manter à tona da água, todo o nosso tecido empresarial, indústrial, comercial e serviços, manter vivos os sectores primário, secundário e terciário.
Mas tambem é altura, de apresentar um projecto de futuro, a longo prazo.
É altura do Conselho Estratégico Nacional do PSD, promover um think thank, com personalidades de referência nacional, dos principais sectores privado e público da sociedade, e pensar Portugal.
A reindustrializacao do País é a palavra de ordem neste momento.É altura do capital de risco.É altura de empreendedores, empresários, gestores privados, dizerem presente, disponibilizarem se para o risco, nas áreas onde existe, mais carência. É altura de fazermos bem, o nosso trabalho de casa, demonstrarmos aos congêneres europeus que podem confiar em nós. É altura do PSD assumir o seu estatuto, honrar o seu passado.
Não creio que o consiga fazer, nesta linha orientadora e com esta lastimável, incompetente liderança.Cabe por isso, aos actuais dirigentes partidários, assumirem a sua responsabilidade, alterarem o rumo, ou disponibilizarem-se para que outros, o façam.
Portugal e os Portugueses falaram e disseram:
Estamos Presentes, queremos reformar Portugal.
Ouçam-nos.”

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